O vulcão gonçalense
Desde a aula de Geografia nas séries do ginásio, nunca mais esqueci da história do vulcão gonçalense. Os colegas ficavam se provocando imaginando o que faríamos caso o vulcão voltasse a entrar em atividade. Das especulações infantis até hoje, fato é que o vulcão gonçalense passa despercebido pelas pessoas, apesar de muito imponente.
E também há quem defenda, científicamente, que a formação do maciço de Itaúna não é nem nunca foi um vulcão. Polêmicas à parte, o maciço de Itaúna figura como um dos pontos turísticos da cidade de acordo com a prefeitura. Na definição da prefeitura, o maciço de Itaúna tem 282m de altitude e propicia uma vista deslumbrante da região, de
onde é possível avistar a cidade de São Gonçalo, a Baía de Guanabara, o
Manguezal da Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapimirim, a Serra
dos Órgãos e a cidade do Rio de Janeiro. O maciço é um dos dois vulcões
presentes no Estado do Rio de Janeiro, com mais de 65 milhões de anos.
Apresenta-se como o local ideal à prática de esportes e, turismo de
aventura, tais como vôo livre, evidenciando o parapente, com ventos
térmicos e condições de decolagem com 360º. E, de acordo com
praticantes da modalidade, a melhor térmica do Estado do Rio. Mesmo com a fama, um artigo científico de um pesquisador da UERJ publicado na revista de Geociências da UNESP, defende que o maciço não é um vulcão. Leia o artigo aqui (em inglês). Comprovações científicas à parte, o legal é que a história do vulcão adormecido preenche a imaginação de muita gente por aqui e eu me incluo nessa!


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